| Artigo escrito por Arlindo Bastos, capitão da Polícia Militar do Estado da Bahia Todos nós acompanhamos o empenho das três esferas de governo no sentido de organizar a copa de 2014 e os jogos olímpicos de 2016. Uma das principais preocupações dos organizadores destes mega-eventos é a segurança das delegações e do público assistente. Para coibir qualquer tipo de ato delituoso que comprometeria a credibilidade do Estado Brasileiro perante a comunidade internacional, os governos deverão o quanto antes investir na integração das diversas fontes de dados estatais, de forma a facilitar as decisões dos gabinetes integrados de segurança pública que deverão ser montados durante estes eventos, sem falar no legado de infra-estrutura que será herdado pelo contribuinte após estes espetáculos esportivos. Esta integração visa proporcionar aos gestores de segurança pública o acompanhamento e atendimento simultâneo de todos os tipos de ocorrências, tanto aquelas ligadas aos eventos “in lide”, quanto os eventos ordinários que acontecerão de forma simultânea. |
domingo, 1 de agosto de 2010
Modernizar para policiar
terça-feira, 27 de julho de 2010
Algo errado neste reino


Tenho tentado em outros foruns que participo, provocar algum tipo de reação por parte da Oficialidade Catarinense quanto ao descaso que estamos sendo "vitimas".
Claro que o tal descaso começa por nós mesmos, porquanto somos os primeiros algozes da Classe e da Instituição.
Alguns exemplos são claros e vou tentar não ser muito pragmático!
Vejam que para haver uma "melhoria" salarial fizemos incorporar a nossa folha de pagamento uma gratificação de Estimulo Operacional, ou seja, receber pelas horas extras trabalhadas além da carga normal e das normas trabalhistas (por analogia), e que foi limitada pelo Governo no pagamento de no máximo 40 horas.
Como eu disse no começo, foi para melhoria salarial, pois ganhávamos muito pouco(sic) e trabalhamos muito, e esta foi a melhor forma de incrementar o salário da época.
Devo salientar que isso ocorreu depois de manifestações públicas e até um principio de rebelião, diante dos baixos salários.
Hoje as horas extras são em média 25% do salário de cada policial, e continuamos ganhando pouco.
Só que as tais horas extras passando a ser, como foram, um reforço salarial, também passaram a ser uma espécie de forma do governo em ter mão de obra barata na Segurança Pública. Claro que ninguém disse ao Governo e este nao descobriu ainda, que na Segurança Pública é necessário investimento, não economia.
Ocorre então que qualquer policial, esteja doente ou não, para ter um salário QUASE digno tem que cumprir essas horas, ou seja, uma média de 50 horas por semana.
Quando o PM vai entrar em férias, ou licença tem que considerar esta questão, e terá que cumprir as 40 horas extras antes de entrar em gozo deste direito, isso no mês corrente, o que equivale dizer que terá que trabalhar 60 horas semanais ( 15 dias), o mesmo quando retorna, portanto as férias ou licença tem que ser iniciadas no meio do mês.
60/50 horas semanais!!!!!! Isto em qualquer pais civilizado que se preocupa com seu cidadão, é um absurdo!
Isso contribui para a baixa qualidade de vida do Policial Militar e reflete na qualidade do trabalho por ele desenvolvido!
Segundo uma pesquisa, a média de vida do policial brasileiro é de 54 anos. Isto obviamente se deve a periculosidade da atividade e também das condições de trabalho, que alem de insalubres tem esta sobrecarga.
Se diz que o Estado não pode gastar mais com Segurança Pública.
Ouvimos muitas vezes a tal Lei de Responsabilidade Fiscal sendo alegada, e outras falácias em que só acredita a senhora mãe de quem o diz.
A verdade é que nós Oficiais não estamos dando o devido valor a nós mesmos ao tempo que buscamos soluções paliativas para suprir nossas carências.
Refutamos que somas a melhor policia do Brasil e que somos melhores que a Policia Civil, mas não passamos de profanadores de nossa própria instituição.
Nestes últimos dias surgiu uma novidade, o Judiciário reconheceu o Direito das Praças ( Sargentos, Cabos e Soldados) a receberem pelas horas extras a mais trabalhadas , além das pagas pelo Estado.
Pasmem, que além de todo contexto que falei acima, sobre o peso dessa carga horária, ainda se cogita e de fato é real, que policiais militares trabalhem mais ainda, se diz que assim se supre a deficiência de efetivo.
Será??? E a qualidade desse " suprimento"???
Mas vamos lá, que seja, se for para ter um pouco mais de dignidade, embora para mim pareça uma troca arriscada, saúde e integridade física por dinheiro, pode ser uma boa causa.
Mas sabem o que ouvi estes dias? O seguinte: "Os Oficiais podem ser equacionados e suas escalas não devem passar das 40 extras, pois o governo não pode pagar".
Como piada é ótima! Mas duas coisas são realmente questionaveis nisso. A primeira é se o Oficial não é necessário, o seu trabalho não tem motivação de existir? Ele não precisa estar presente na vida da caserna e nas ações de Segurança Pública?
A segunda é o absurdo de se buscar soluções paliativas novamente, ou seja, para o problema surgido, sacrificasse a quem pudermos e depois deixemos acontecer.
Pior é que ninguém "assina em baixo" a tomada dessa decisão!
Neste mês corrente trabalhei 83 horas EXTRAS! isso mesmo OITENTA E TRÊS horas extras. Não vou receber por elas, salvo quando futuramente ganhar causa na justiça, mas a pergunta é: Não precisava cumprir essa carga? Então porque a fiz?
Nas Unidades Policiais próximas daqui faltam Oficiais para cumprir as escalas, salvo em tremenda sobrecarga, portanto não há de se falar em não ser necessário que se trabalhe mais do que a ROTINA, afinal temos um compromisso para com nossa MISSÃO profissional, mas não podemos ser loucos e trabalhar desprovido de uma justa recompensa. Ao contrário também não podemos pregar a não necessidade desse trabalho.
Criado o Paradoxo, onde então esta o erro? Eu diria que esta na falta de valoração por nós mesmos, que a partir dai outros nos dão valor. Temos que exigir mais!
Primeiro temos que fazer ver que o Estado tem que investir em Segurança Pública, é SEU DEVER, e para isso nada mais lógico que separe uma fatia do seu orçamento , e falo em 30% a 40% da arrecadação, e não um fundo que depende da aplicação de multas e cobrança de taxas.
Segundo, o acrescimo de mais efetivo e de meios.
Efetivo inclui Oficiais, os responsáveis pela condução da instituição!
Os meios nao são uma centena de cameras de vigilância e algumas viaturas. Meios são salários dignos, materiais adequados e valorização da Segurança como prioridade.
Temos que parar de sonhar e ser práticos e empreendedores.
Não sei o que espera e pensa um Oficial que esta no ápice da carreira e próximo a aposentadoria. Mas pergunto, porque não busca ser um exemplo de atitude Institucional? Porque não coloca a instituição acima de tudo e não do cargo que ocupa, pois este só tem valor se for "Lider" de uma instituição forte!
Não estou dizendo que nossos lideres estão errados, somente que tem outras opções do que deixar o barco correr e viver na mesmice que os levará ao ostracismo na aposentadoria!
Hic est opinio mea
Voltarei a tratar da questão!
Abraços
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Poema O Policial

Tem gente que ainda não sabe O que a polícia significa Com maldade a critica Sem conhecer a verdade Mas nesta oportunidade Parafraseando os doutores A polícia meus senhores É o braço da sociedade
Para vos dar sossego Lutamos de fronte erguida Arriscando nossas vidas Para proteger as vossas Tem gente que ainda faz troças Quando somos pisoteados Dão razões aos renegados Das razões que eram nossas
Essa gente erra meus senhores Quando não erra se engana Pois errar é coisa humana Mas quando o engano não vêem E o policial errar também Há sempre alguém que o aponta Mas finge que não enxerga Quando ele pratica o bem Somos aquele alvo humano Das armas dos delinqüentes Estamos sempre presentes Na batalha contra o mal Somos a guarda social Desta batalha renhida Arriscar sua própria vida É o lema do policial
O policial que é casado Não vive para a família Sem poder o filho ou a filha Dar um pouco de carícias Do lar não colhe delícias Porque na cidade ou no morro Há sempre um grito de socorro Chamando pela polícia Quando sai em diligências Despede-se dos filhos seus Vai com Deus papai, vai com Deus ... Lhe diz o filho querido Logo após tem se lido Em manchete de jornal Foi morto um policial Ao prender um foragido
Tristonho o filho pergunta A sua mãezinha que chora Mamãe, porque meu pai demora? Estou com saudades demais Quero expandir meus Ais Com forte beijo em sua testa Pra depois cantar em festa A linda canção dos pais Sei meu filho adorado Hoje é dia dos pais Mas o teu não volta mais Você tem que me entender É triste, mas vou lhe dizer Estando em sua dura lida O teu pai perdeu a vida No cumprimento do dever
O filhinho nada entende O que a sua mãezinha lhe diz E continua bem feliz Esperando o amado pai O sol desmaia, a noite a cai Venta muito já é outono A criança sente sono E o bercinho lhe atrai
No outro dia bem cedinho Faz pergunta sem receio Mamãe, meu papai já veio? Mas no momento se cala Esmorece, perde a fala Ao ver seu pai de coração De mãos postas num caixão Sobre a mesinha da sala E neste momento compreende Ao ver a sala tão triste Seu peitinho não resiste Dos seus olhos rolam prantos Pois o pai que amava tanto Lhe deixou na solidão Foi cumprir outra missão Com destino ao campo santo O menino fica tristonho Com os olhos rasos d’água Fica enxugando suas lágrimas Que um delinqüente causou A herança que lhe restou Foi uma placa com gravura “Honra ao mérito por Bravura” Que o próprio tempo gravou
E hoje com sua mãezinha Nos dedinhos vai contando Os anos que vão passando E o tempo que o pai morreu Do mesmo não esqueceu Conta dez, conta onze Mas aquela placa de bronze Nunca um abraço lhe deu Vejamos a outra face Em que meu nome figura Foi sem placa sem gravura Não tombei pois Deus não quis Senhores aquilo que fiz Foi sem rancor, sem maldade Pra dar paz a sociedade Eu tive um golpe infeliz
Numa noite negra e fria Chovia torrencialmente Fui chamado de repente Pra atender uma ocorrência Deixei com paz e paciência O mundo alto em que dormia Enquanto o baixo se divertia Nos vapores da violência
Pra dar paz a sociedade Fui em busca de um delinqüente Que furioso, violentamente Quis roubar a minha vida Mas a sua sorte foi mesquinha Não completou o arremate Usei os meios que tinha E eu pra não ficar no combate
Vejam meus senhores A situação que fiquei Contra vontade matei Pra salvar a vida minha E nesta batalha renhida Recebi como troféu Tormentos num banco de réu Julgado por homicida
Mas perante sete homens Foi dividido meu drama E Deus, Pai Divino que ama Iluminou mente por mente E perante o povo presente Deu-se o desfecho final Houve-se o magistrado Declarado o réu inocente
Por isso eu peço a Deus Que apague o que aconteceu E faça mais do meu EU Um policial de relevo Que diga ele de novo A grande massa social Que o braço do policial É a segurança do povo.
( Autor : Desconhecido)
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Quando Deus fez o Policial

Deus estava no sexto dia de horas extraordinárias, quando aparece um Anjo e lhe diz: Estás levando muito tempo nessa criação Senhor! O que tem de tão especial esse homem?
Deus respondeu:
tu já viste o que me pedem neste modelo?Um policial tem que correr 10 km por ruas escuras, subir paredes,pular muros, entrar em matagais, entrar em casas que nem um fiscal de saúde pública ousa penetrar, e tudo isso, sem sujar, manchar ou rasgar o seu uniforme.
Tem que estar sempre em boa forma física, quando nem sequer lhe dão tempo para comer.
Tem que investigar um homicídio, buscar provas nessa mesma noite e, no outro dia, ir ate o tribunal prestar depoimento.
Também tem que possuir quatro braços, para poder dirigir sua viatura,atirar contra criminosos e ainda chamar reforço pelo rádio.
O anjo olha para Deus e diz: quatro braços? Impossível!
Tem que estar sempre em boa forma física, quando nem sequer lhe dão tempo para comer.
Tem que investigar um homicídio, buscar provas nessa mesma noite e, no outro dia, ir ate o tribunal prestar depoimento.
Também tem que possuir quatro braços, para poder dirigir sua viatura,atirar contra criminosos e ainda chamar reforço pelo rádio.
O anjo olha para Deus e diz: quatro braços? Impossível!
Deus responde:Não são os quatro braços que me dão problemas e sim três pares de
olhos que necessita.
Isto também lhe pedem neste modelo? pergunta o Anjo.
Sim, necessita de um par com raios-X, para saber o que os criminosos escondem em seus corpos: Necessita de um par ao lado da cabeça para que possa cuidar de seu companheiro e outro para conseguir olhar uma
vítima que esteja sangrando e ter discernimento necessário para dizer que tudo lhe sairá bem, quando sabe que isto não corresponde à verdade.
Neste momento, o Anjo diz: descansa e poderás trabalhar amanhã.
Não posso, responde Deus!
Eu fiz um policial que é capaz de acalmar ou dominar um drogado de 130 quilos sem nenhum incidente e, ao mesmo tempo, manter uma família de cinco pessoas com seu pequeno salário. Ele estará sempre pronto para morrer em serviço, com sua arma em punho e com sentimento de honra correndo junto ao sangue.
Espantado o Anjo pergunta a Deus:Mas Senhor, não é muita coisa para colocar em um só modelo?
Deus rapidamente responde: Não. Não irei só acrescentar coisas, mas também irei tirar. Irei tirar seu orgulho, pois infelizmente para ser reconhecido e homenageado ele terá que estar morto. Ele também não irá precisar de compaixão: pois ao sair do velório de seu companheiro, ele terá que voltar ao serviço e cumprir sua missão normalmente.
Então ele será uma pessoa fria e cruel? - Pergunta o Anjo.
Certo que não, responde Deus.
Ao chegar em casa, deverá esquecer que ficou de frente com a morte, e dar um abraço carinhoso em seus filhos dizendo que está tudo bem. Terá que esquecer os tiros disparados contra seu corpo, ao dar um beijo apaixonado em sua esposa ou em seu esposo. Terá que esquecer as ameaças sofridas, ao ficar desesperado quando o salário não der para pagar as contas no final do mês e terá que ter muita, mas muita coragem para no dia seguinte, acordar e retornar ao trabalho, sem saber se irá voltar para casa novamente.
O anjo olha para o modelo e pergunta: alem de tudo isso, ele poderá pensar?
Claro que sim! Responde Deus.
Poderá investigar buscar e prender um criminoso em menos tempo que cinco juízes levam discutindo a legalidade dessa prisão!Poderá suportar as cenas de crimes as portas do inferno, consolar a família de uma vitima de homicídio e, no outro dia, ler nos periódicos que os policiais são insensíveis aos Direitos dos Criminosos.
Por fim, o Anjo olha o modelo, lhe passa os dedos pelas pálpebras, e fala para Deus: Tem uma cicatriz, e sai água.
Eu te disse que estavas pondo muito nesse modelo!Não é água, são lágrimas, Responde Deus.
E por que lágrimas? Perguntou o Anjo.
Por fim, o Anjo olha o modelo, lhe passa os dedos pelas pálpebras, e fala para Deus: Tem uma cicatriz, e sai água.
Eu te disse que estavas pondo muito nesse modelo!Não é água, são lágrimas, Responde Deus.
E por que lágrimas? Perguntou o Anjo.
Deus responde: Por todas as emoções que carrega dentro de si.Por um companheiro caído.Por um pedaço de pano chamado bandeira. E por um sentimento chamado justiça!
És um gênio! ? responde-lhe o Anjo.
Deus o olha, todo sério, e diz: não fui eu quem lhe pus lágrimas?Ele chora, porque é simplesmente um humano!
quinta-feira, 25 de março de 2010
Nem querendo
* José Ricardo
A atividade policial é verdadeiramente um sacerdócio. Quem já vestiu uma farda e colocou uma arma na cintura jamais conseguirá esquecer do tempo em que combateu o crime. Quem está na ativa não consegue desligar da profissão nem nas horas de folga. É impossível ser apenas um civil, um paisano folgado.
Com o Sargento Moisés não acontecia de forma diferente, embora ele quisesse, e a esposa também, a qual já o havia acordado várias vezes quando ele começava a se debater enquanto dormia. E, naquela noite, os dois iriam ao parque de exposições da cidade para assistir ao show da dupla Victor e Leo.
Na entrada do parque, para não se identificar como policial, Moisés até entrou na fila para comprar os ingressos para ele e para a esposa. Percebeu, porém, que os seguranças estavam efetuando busca pessoal. Como ele estava armado, não teve outra opção a não ser se identificar antes que o segurança lhe revistasse e ficasse assustado com a arma, podendo ter alguma reação inesperada e causar uma tragédia.
Depois, junto com a esposa, procurou um lugar discreto para assistir ao show como um civil qualquer. Aos poucos, o espaço foi sendo ocupado, até se transformar numa grande massa humana. O sargento não conseguia desarmar o espírito policial. Ficava a todo momento espreitando o público.
De repente, ocorreu uma discussão de casal próximo a ele. Moisés decidiu que iria atuar só em último caso. Ficou olhando para o casal, que trocava insultos sem se importar com o escândalo que estava fazendo. O marido nervoso começou a desferir murros na esposa, fazendo com que Moisés se preparasse para levantar. Mas não foi preciso que o graduado atuasse; um grupo de policiais militares que fazia a segurança do evento chegou e pôs um ponto final na confusão.
Minutos depois, surgiu uma briga no meio da multidão. Os policiais se aproximaram dos contendores. O coração do Sargento Moisés acelerou; se percebesse que os colegas estivessem em dificuldade, não exitaria um milésimo de segundo em ir correndo para ajudar os irmãos de farda. Nesse momento, ele já tinha até esquecido da deliberação de ser apenas um civil, um paisano folgado. Contudo, não foi preciso atuar; os policiais rapidamente dominaram os estraga-festas e os conduziram ao posto de triagem.
Por algum tempo, Moisés teve uma trégua e pôde assistir ao show dos artistas conterrâneos. Que vida boa, sapo caiu na lagoa, sou eu no caminho do meu sertão...
Terminado o show, quando ia embora, o sargento sentiu um cheiro de maconha no ar. Olhou em derredor, mas não viu ninguém com cigarro aceso.
- Que foi amor? - perguntou a esposa, preocupada.
- Tá sentido o cheiro?
- Amor, você tá de folga. Desliga um pouco!
Nota: Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência.
“É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independetemente de censura ou licença” - Inciso IX do artigo 5º da Constituiçaõ Federal.
quarta-feira, 24 de março de 2010
No Brasil é assim......
Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais
Quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo o mesmo.
O urso se vira para ele e diz:
- Hei, coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa...
Então o urso pegou o coelhinho e limpou a bunda com ele.
MORAL DA HISTÓRIA:
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS,
O urso se vira para ele e diz:
- Hei, coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa...
Então o urso pegou o coelhinho e limpou a bunda com ele.
MORAL DA HISTÓRIA:
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS,
PENSE BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS,
ANTES DE RESPONDER!
No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado...!
Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo.
Já contei pra todo mundo!
MORAL DA MORAL:
VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM,
No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado...!
Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo.
Já contei pra todo mundo!
MORAL DA MORAL:
VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM,
MAS LEMBRE-SE QUE
SEMPRE EXISTE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA QUE VOCÊ!'O problema do Brasil é que...
Quem elege os governantes não é o pessoal que lê jornal...
Mas quem limpa o cu com ele!
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